{"id":7195,"date":"2020-03-31T09:06:02","date_gmt":"2020-03-31T09:06:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.encontrasorocaba.com.br\/sobre\/?p=7195"},"modified":"2023-10-16T12:49:25","modified_gmt":"2023-10-16T12:49:25","slug":"museu-da-estrada-de-ferro-sorocabana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrasorocaba.com.br\/sobre\/museu-da-estrada-de-ferro-sorocabana\/","title":{"rendered":"Museu da Estrada de Ferro Sorocabana"},"content":{"rendered":"<div class=\"bf54deaa11a4587a41abacdf5428af85\" data-index=\"1\" style=\"float: none; margin:0px;\">\n<!-- Anuncio display - global -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:block\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-8585364105181520\"\r\n     data-ad-slot=\"8789329856\"\r\n     data-ad-format=\"auto\"\r\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\r\n<script>\r\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<p>O Museu Ferrovi\u00e1rio de Sorocaba ou <strong>Museu da Estrada de Ferro Sorocabana<\/strong> situa-se na regi\u00e3o central de Sorocaba, na Pra\u00e7a Mateus Maylasky, entre a Rua Dr. \u00c1lvaro Soares e a Avenida Afonso Vergueiro, pr\u00f3ximo \u00e0 esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria de Sorocaba.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-7196 size-full\" title=\"Museu da Estrada de Ferro Sorocabana\" src=\"https:\/\/www.encontrasorocaba.com.br\/sobre\/wp-content\/uploads\/museu-sorocabana.gif\" alt=\"Museu da Estrada de Ferro Sorocabana\" width=\"680\" height=\"189\" \/><\/p>\n<h2>Hist\u00f3ria<\/h2>\n<p>Apesar da origem cl\u00e1ssica da palavra museu \u2013 do grego mouseion \u2013 a origem dos museus como locais de preserva\u00e7\u00e3o de objetos com finalidade cultural \u00e9 muito mais antiga. Desde tempos remotos o homem se dedica a colecionar objetos, pelos mais diferentes motivos. No Paleol\u00edtico os homens primitivos j\u00e1 reuniam v\u00e1rios tipos de artefatos, como o provam achados em tumbas.<\/p>\n<p>Na Gr\u00e9cia Antiga o museu era um templo das musas, divindades que presidiam a poesia, a m\u00fasica, a orat\u00f3ria, a hist\u00f3ria, a trag\u00e9dia, a com\u00e9dia, a dan\u00e7a e a astronomia. Esses templos, bem como os de outras divindades, recebiam muitas oferendas em objetos preciosos ou ex\u00f3ticos, que podiam ser exibidos ao p\u00fablico mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em Atenas se tornou afamada a cole\u00e7\u00e3o de pinturas que era exposta nas escadarias da Acr\u00f3pole no s\u00e9culo V a.C. Os romanos expunham cole\u00e7\u00f5es p\u00fablicas nos f\u00f3runs, jardins p\u00fablicos, templos, teatros e termas, muitas vezes reunidas como botins de guerra. No oriente, onde o culto \u00e0 personalidade de reis e her\u00f3is era forte, objetos hist\u00f3ricos foram coletados com a fun\u00e7\u00e3o de preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria e dos feitos gloriosos desses personagens. Dos museus da Antiguidade, o mais famoso foi o criado em Alexandria por Ptolomeu S\u00f3ter em torno do s\u00e9culo III a.C., que continha est\u00e1tuas de fil\u00f3sofos, objetos astron\u00f4micos e cir\u00fargicos e um parque zoobot\u00e2nico, embora a institui\u00e7\u00e3o fosse primariamente uma academia de filosofia, e mais tarde incorporasse uma enorme cole\u00e7\u00e3o de obras escritas, formando-se a c\u00e9lebre Biblioteca de Alexandria.<\/p>\n<p>Ao longo da Idade M\u00e9dia a no\u00e7\u00e3o de museu quase desapareceu, mas o colecionismo continuou vivo. Por um lado os acervos de preciosidades eram considerados patrim\u00f4nio de reserva a ser convertido em divisas em caso de necessidade, para financiamento de guerras ou outras atividades estatais; outras cole\u00e7\u00f5es se formaram com objetos ligados ao culto crist\u00e3o, acumulando-se em catedrais e mosteiros quantidades de rel\u00edquias de santos, manuscritos iluminados e aparatos lit\u00fargicos em metais e pedras preciosas. No Renascimento, com a recupera\u00e7\u00e3o dos ideais cl\u00e1ssicos e a consolida\u00e7\u00e3o da humanismo, ressurgiu o colecionismo privado atrav\u00e9s de grandes banqueiros e comerciantes, integrantes da burguesia em ascens\u00e3o, que financiavam uma grande produ\u00e7\u00e3o de arte profana e ornamental e se dedicavam \u00e0 procura de rel\u00edquias da Antiguidade.<\/p>\n<h3>Acervo<\/h3>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de um\u00a0<em>acervo<\/em>\u00a0museol\u00f3gico \u00e9 uma tarefa trabalhosa, dispendiosa, complexa e ainda em processo de estudo e aperfei\u00e7oamento. Muitas quest\u00f5es fundamentais ainda est\u00e3o sendo discutidas pelos especialistas, e em muitas delas ainda n\u00e3o se formaram consensos ou regulamenta\u00e7\u00f5es definitivas. Todo esse campo est\u00e1 em r\u00e1pida expans\u00e3o e cont\u00ednua transforma\u00e7\u00e3o. O acervo representa o n\u00facleo vital de todo museu, e em torno do qual giram todas as suas outras atividades. O acervo idealmente \u00e9 gerido por um curador, ou por uma equipe de curadores, que tem a fun\u00e7\u00e3o de manter organizada e em bom estado a cole\u00e7\u00e3o em seus dep\u00f3sitos, define conceitualmente e organiza as exposi\u00e7\u00f5es ao p\u00fablico, e supervisiona as atividades de documenta\u00e7\u00e3o e pesquisa te\u00f3rica sobre a cole\u00e7\u00e3o a fim de produzir novo conhecimento. O curador tamb\u00e9m tem um papel decisivo nos processos de aquisi\u00e7\u00e3o e descarte de pe\u00e7as. O curador \u00e9 o respons\u00e1vel pela gest\u00e3o do acervo segundo o que foi definido no Plano Diretor do museu, que conta com uma se\u00e7\u00e3o especialmente dedicada \u00e0 Pol\u00edtica de Acervo, como est\u00e1 previsto no C\u00f3digo de \u00c9tica para Museus.<\/p>\n<h3>Vagas Museu da Estrada de Ferro Sorocabana \u2013 Trabalhe Conosco<\/h3>\n<p>O Museu da Estrada de Ferro Sorocabana disponibiliza\u00a0<em>vagas de trabalho<\/em>\u00a0durante todo ano. Para se informar sobre os processos seletivos e se candidatar as vagas acompanhe o site da empresa, onde \u00e9 poss\u00edvel se informar sobre vagas abertas, sal\u00e1rios e compet\u00eancias necess\u00e1rias para se candidatar ao processo.<\/p>\n<h3>Hor\u00e1rio de Funcionamento Museu da Estrada de Ferro Sorocabana em Sorocaba<\/h3>\n<ul>\n<li>Ter\u00e7a\u00a0a Sexta das 09h \u00e0s 16h30 \/ S\u00e1bado e Domingo das 12h \u00e0s 16h<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Onde fica, Endere\u00e7o e Telefone Museu da Estrada de Ferro Sorocabana em Sorocaba<\/h3>\n<ul>\n<li>Av. Dr. Afonso Vergueiro, 553 &#8211; Centro\u00a0&#8211; Sorocaba &#8211; SP<\/li>\n<li>Telefone: <span class=\"w8qArf\">\u00a0<\/span><span class=\"LrzXr zdqRlf kno-fv\"><span class=\"zgWrF\">(15) 3231-1026<\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Mapa de localiza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<a class=\"wp-colorbox-iframe\" href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/embed?pb=!1m14!1m8!1m3!1d14635.94730429208!2d-47.4544009!3d-23.496984!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x00xb53ff730234a2b9a!2sMuseuEstradadeFerroSorocabana!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1585645235586!5m2!1spt-BR!2sbr\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.encontrasorocaba.com.br\/imgs\/maps-post.png\"><\/a>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu Ferrovi\u00e1rio de Sorocaba ou Museu da Estrada de Ferro Sorocabana situa-se na regi\u00e3o central de Sorocaba, na Pra\u00e7a Mateus Maylasky, entre a Rua Dr. \u00c1lvaro Soares e a Avenida Afonso Vergueiro, pr\u00f3ximo \u00e0 esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria de Sorocaba. 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